Justiça negada. Justiça Consumada.

Justiça negada Justiça consumada, inicialmente um titulo algo paradoxal mas que se entende ao ler a descrição dos factos como ocorreram na detenção, julgamento e condenação à morte de Jesus de Nazaré. As leis que foram violadas tanto do direito romano como da lei mosaica seguida a risca pelos judeus da época.
A fé não colide com os factos da história antes são esses factos que dão sustento a quem acredita ou quer acreditar. A história não pode ser colocada em laboratório e repetir o processo. Temos de investigar e interpretar a mesma tendo como ponto de partida os documentos que ela nos deixou, sendo que alguns neste caso concreto são o registo de testemunhos daqueles que presenciaram tais acontecimentos.
Uma coisa é certa se Jesus de Nazaré pretendia popularidade e publicidade dos seus feitos em vida, então Ele agiu precisamente ao contrario do que seria de esperar. Enfrentava os líderes religiosos expondo a sua hipocrisia, não reverenciava o imperador, era amigo de publicanos e andava entre os pecadores, no seu julgamento nada fez para ver-se livre da culpa que lhe era imputada, até na sua ressurreição segundo as Escrituras, apareceu em primeiro lugar a uma mulher em cuja sociedade oficialmente o testemunho de uma mulher não era válido e que ganharam também aqueles que anunciaram o seu Nome e ressurreição? Escarnio, perseguição e a própria morte. Só uma convicção muito forte faria estas pessoas preferirem morrer que mudar o seu testemunho.
Segundo as Escrituras, (a Bíblia), Jesus veio cumprir uma missão “ reconciliar o homem com Deus”, não fundar uma nova religião para juntar ás já existentes da sua época. Esta missão tem dividido os povos até os dias de hoje onde crentes e ateus debatem em oposição as suas ideias. Este livro foi escrito para que o leitor pense pela sua própria cabeça, tire as suas próprias elações e viva com elas.

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 2019